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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

COMO DESTRUIR UM CASAMENTO




                                     CUIDADO!!! 

SATANÁS ESTÁ                                         APONTANDO UM                                           DARDO PARA VOCÊ !



 
                 
  Não adulterarás (Êxodo 20.14).

             Adulterar é o ato de uma pessoa casada relacionar-se sexualmente com outra que não é o seu cônjuge. O adultério é um grave pecado de consequências desproporcionais ao bem-estar da família. Agir como infiel no casamento produz sérias consequências. Gera o afastamento de Deus, acaba com a espiritualidade e torna o lar em pedaços, é o mesmo que desferir o golpe da ruptura da paz no ambiente da intimidade do casal, além de afetar o cônjuge desonrado também fere de forma brutal os filhos, que sofrem demais. Estes são  motivos para o Senhor proibir o sexo extra-conjugal, considerá-lo ofensa, e abominar a prática da infidelidade conjugal.  Devido a esses males, na Lei Mosaica a pessoa infiel no casamento era julgada e condenada ao apedrejamento (Levíticos 20.10; Deuteronômio 22.22). O Novo Testamento contém reprimendas aos adúlteros: Romanos 13.9; Gálatas 5.19. O adúltero é, espiritualmente cego, louco e fraco, pois troca minutos de prazer físico pelas bênçãos divinas, escolhe o prazer temporal em troca de prazeres indescritíveis e eternos, lá no céu (confira: Isaías 59.1-2; 1 Coríntios 6.10; Hebreus 13.4; Apocalipse 21.8; 22.15). O curso deste mundo tenebroso - Quem adultera não entende o objetivo de Deus para sua felicidade no plano físico; o adúltero destrói violentamente a sua própria alma. É isso que sintetiza Provérbios 6.32. 
                    A união de um homem e uma mulher se consiste não apenas na procriação, combina todos os aspectos da vida. Tal conceito é apresentado primeiramente em Gênesis 2.24 e depois repetido no Novo Testamento, explicando que o casamento também tem o objetivo de atender mutuamente as necessidades um do outro, tendo como ilustração o relacionamento entre Cristo e a Igreja (Mateus 19.5; Marcos 10.8; 1 Coríntios 6.16; Efésios 5.33). Para as pessoas que não seguem o plano divino, a infidelidade é uma atitude aceitável socialmente. Mas, mantém-se firme a orientação do Senhor sobre fiéis e infiéis: Deus une homem e mulher em uma só carne quando é efetivado o casamento e o que o Senhor ajuntou o ser humano não deve nem pensar em separar (Gênesis 2.24; Mateus 19.6). O casal deve vigiar e orar em favor do bem-estar conjugal e bom relacionamento em família, evitando o adultério e posterior abalo conjugal (Mateus 26.41). A mente e o coração devem estar guardados no Senhor; usar as Escrituras Sagradas como bússola e com ela realizar auto-análises com o objetivo de aprimorar o convívio. O compromisso de vivenciar as diretrizes da Palavra de Deus aos casais fortalece a união do homem e da mulher, num amor profundo e permanente um pelo outro, gera uma unidade feliz, situação rara neste mundo carente de valores éticos e princípios cristãos. As promessas no altar e o passar dos anos... - O diabo trabalha de maneira sagaz, cria ciladas para dilacerar a união conjugal bem-sucedida (Efésios 6.11). O adultério acontece num processo lento: começa na mente com pensamentos aparentemente inofensivos e travestidos de romance-com-final-feliz.  Provérbios 5.3 descreve a relação adúltera como prazerosa, porém, frisa que tal prazer tem preço altíssimo, sofrimento e dor. Se os pensamentos não são evitados apodrecem a alma e o coração. Ao serem alimentados a consequência é a maldade praticada contra Deus e o cônjuge.
                     Para manter as características de um casamento saudável e bem sucedido, evitar a infidelidade matrimonial  ao passar dos dias e anos, conforme solicita Hebreus 13.4, esposo e a esposa precisam ter em mente que o matrimônio é um compromisso com objetivo claro. Há ocasião em que um dos cônjuges chega a duvidar se existe algum resto de amor por ele no coração daquela pessoa que um dia trocou alianças e juras de amor eterno numa solene reunião na igreja. Pensa-se em como o desapontamento dominou a relação e as expectativas transformaram-se em frustrações. Então, surge o perigo do fim, quando se pensa que não é possível continuar a relação a dois. Situações assim são apenas fases baixas da convivência entre marido e mulher, não são motivos para pensar em desistir do casamento ou relação extra-conjugal. Homens e mulheres são seres humanos, têm temperamentos, sentimentos, desejos variáveis. É natural que sejam afetados por ciclos de mudanças que marcam a convivência no relacionamento mais íntimo da vida deles. Para vencer esses momentos em que o amor parece ter acabado, é necessário o casal focalizar em seu compromisso com Deus, e nas promessas que um dia fez ao cônjuge diante de Deus na cerimônia da igreja. Havendo cuidado em manter viva a lealdade a Deus, decisão em afastar-se das tentações, ambos contribuem com o respeito mútuo e favorecem a continuidade do afeto e fidelidade entre si. Assim, ambos resistem aos momentos em que o amor parece ter ido embora. E este momento ruim é que realmente desaparecerá.
                     A fidelidade resulta em condições para vencer batalhas aparentemente  insuperáveis.  Cuidados necessários - Sabedor da importância da prática de intimidade entre o casal, que é um presente de Deus para homem e mulher aproveitarem, o apóstolo Paulo respondeu aos cristãos de Corinto, 1 Coríntios 7.1-5, perguntas.  Ele ensina três estratégias básicas aos casais para protegerem-se contra as artimanhas do diabo: 1. O homem tem o dever primordial de suprir as necessidades da mulher e vice-versa (7.3); 2. Apesar do sexo ser imprescindível ao homem, para a mulher há momentos que a relação física fica em segundo plano, vindo antes os cuidados com filhos, trabalho, etc. O apóstolo chama a atenção para isso, afirmando que o princípio de entregar-se ao outro colabora para o sucesso conjugal, a carência física é usada pelo diabo para trazer as tentações do adultério  (7.4); 3. A separação de corpos só é recomendável quando existir da parte de marido e esposa o consenso pleno de cessar o ato sexual por determinado tempo com o objetivo de aplicarem-se à oração (7.5) Reflexão de Steve Stephens: "A maioria dos fracassos conjugais é o resultado da falta de intimidade emocional. Se os dois não se conectam em nível sentimental, lutarão entre si. Muitos casais acham-se desunidos emocionalmente." Use a prudência como Jesus ensinou, tome cuidado com o que você pensa e vê: Mateus 10.16; 26.41; Salmo 101.3; Filipenses 4.8. Vivemos neste mundo mas não somos dele, e como seres sociais podemos e devemos nos relacionar com diversas pessoas, porém é preciso conhecer e respeitar nosso limite, evitando comprometer a estabilidade do relacionamento conjugal. É preciso saber até onde podemos ir e não ir. Hoje em dia, vivemos numa sociedade em que não é apenas a comunicação presencial que gera riscos ao casamento. Além dos círculos de atividade profissional e relacionamentos na igreja, há a  navegação pela Internet também. 

                1. Emprego:  É inevitável conhecer pessoas na empresa e fazer aproximação com quem sentimos mais afinidade e assim produzirmos comunicação permanente com elas. Alguém já disse que honrar é respeitar o outro na ausência. Honremos o esposo e a esposa em ambientes em que estamos distantes. Muitos cristãos, inconscientemente descuidam-se do seu casamento. Por falta de orientação dedicam-se exageradamente ao trabalho, secular ou eclesiástico, em detrimento de sua família. As horas-extras no emprego roubam a presença atenciosa e carinhosa do marido e do pai em casa. É necessário haver equilíbrio, pois o casamento é projeto de Deus, pois a família é o primeiro rebanho do Senhor e jamais deve ser esquecido ou desprezado (1 Timóteo 3.1-7; 5.8; 1 Coríntios 7.32-34).
                 2. Igreja: Segundo Barbara Hughes, no livro Disciplina da Mulher Cristã (CPAD), a igreja parece uma comunidade de casamentos sãos. É boa na superfície, com seus cursos de segurança financeira e casas elegantes, com terapeutas matrimoniais para quando houver crises; mas, diz a escritora, não é por esses padrões que Deus mede um casamento. Ela tem plena razão, pois Deus não se atém aos detalhes, mas ao escopo geral, à faixa dos valores assumidos pelo casal. A igreja é uma comunidade para que estabeleçamos laços fraternos de amizade, lugar em que temos a oportunidade de criarmos relacionamentos com pessoas distintas. Há os departamentos de adultos e de jovens. 
                3. Internet: A invenção que revolucionou a comunicação da humanidade pode ser uma bênção aos casais. Ela proporciona um mundo imenso de novas oportunidades, novos empregos e amizades. A esfera virtual congrega pessoas de diversos tipos e origens, intenções boas e más, então, é preciso muito cuidado diante do monitor, pois a imoralidade e a infidelidade destroem a família. Todo cuidado é pouco quanto às  imagens e sites acessados. Não dê margem alguma à pornografia. Recado aos adúlteros - É para lamentar, muitos cristãos se deixam levar pelas armadilhas diabólicas fazendo da infidelidade ao seu par um costume. Não trate o pecado sexual como mero romance. Não se engane pensando que a paixão carnal e o sentimento de bem-querer por alguém que não é o marido ou a esposa o isentará de castigo no Dia do Julgamento Final, apesar de seu relacionamento extra-conjugal ser aceito em seu círculo social. Se estiver fazendo da infidelidade conjugal uma rotina de vida, conserte-se enquanto é tempo. Mude, perante Deus e a sociedade: "Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça." - 1 João 1.6-9. Depois da morte segue-se o juízo (Hebreus 9.27): "Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários.' (...) 'Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo." -  Hebreus 10.26-27; 30-31.
               Conclusão - Como vai sua família? Apesar de homem e mulher serem radicalmente diferentes, física, emocional e espiritualmente, ambos foram criados por Deus para complementarem um ao outro. A família é o bem maior que o Senhor nos concedeu. A vontade divina é que o lar seja um ambiente tranquilo, alegre, confortante, revigorante. Para que o lar seja sempre um aconchego, o casal precisa apreciar um ao outro em todos os aspectos - apreciar é valorizar. Há casais que dão valor imenso para a decoração de casa, há maridos que cuidam bem do rendimento do dinheiro no banco, entretanto se esquecem de dispensar o merecido valor a pessoa com quem escolheu casar-se. Onde estiver seu tesouro também estará seu coração (Lucas 12.34). O cônjuge jamais deve desprezar o outro, a fim de que  suas orações sejam respondidas por Deus e o perigo da deslealdade jamais se aproxime da unidade familiar (1 Pedro 3.7; Malaquias 2.16). Ame a pessoa com quem você casou-se. O marido deve dedicar seu carinho, sua honra e sua fidelidade à esposa, e de igual maneira ela para ele (Efésios 5.22-28). O amor é um antídoto contra a deslealdade. O amor entre os cônjuges deve ser incondicional, como é o de Cristo pela Igrejameu ip




BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
 A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO XX-LIÇÕES BÍBLICAS 2° TRIMESTRE DE 2013-CPAD

domingo, 5 de outubro de 2014

O NOME "JEOVÁ" É BÍBLICO ?


O NOME "JEOVÁ" É BÍBLICO ?

O nome "JEOVÁ" foi definido pelos reformadores a partir de 1520 A.D,portanto não é bíblico mas convencionado. A partir de 1520 o nome "JEOVÁ"PASSOU A SER USADO NAS LÍNGUAS MODERNAS. Porem não é um erro o nome "jeová" em nossas versões,sabemos que esse nome identifica o DEUS YAHWEH,da mesma forma que acontece com o nome "SENHOR".
    O nome híbrido "YEHOWAH" é o resultado ,ou seja, o enxerto do Tetagrama YHWH (יה -וה) mais as vogais do nome ADHONAY ,ficando assim: YeHoWaH. 

AFINAL DEVO OU NÃO DEVO PRESTAR ADORAÇÃO A JESUS?



EDIÇÃO DE 1967



           

                                                    AS T.J adoraram a jesus desde de 1879.Depois em 1954 foi proibido a adoração a jesus na revista:"THE WATCH TOWER de 1°Janeiro de 1954,página 31."Essa adoração a Jesus era ensinada na 1° Edição de "CERTIFICAI-VOS DE TODAS AS COISAS..." (EDIÇÃO DE 1960,PÁGINA 104 ) e eliminaram nas edições posteriores.Pergunto : Se hoje é idolatria adorar a Jesus,que fazer com as Testemunhas que morreram adorando a Jesus antes de 1954 ?Quem morre na idolatria tem a vida eterna ?E se eles morreram salvos.o que fazer com as Testemunhas que hoje recusam adorar a Jesus ?




  • (THE WATH TOWER,15 DE JULHO DE 1889,PÁGINA 216):


TRADUÇÃO : "Foi ele (Jesus) realmente adorado ou é falta de tradução ? Sim,cremos que nosso Senhor Jesus,enquanto esteve na terra foi realmente adorado e assim corretamente procedido."

                      Em 1950,2 de Agosto  em New York-E,UA,Nathan Knorr,lançou o NOVO TESTAMENTO da TNM,reduzindo o senhor Jesus a categoria de meio senhor,introduzindo no texto o nome JEOVÁ e chamando Jesus de deus.



EDIÇÃO DE 1984

ADORAÇÃO RELATIVA ?
a própria S.T.V ensina que adoração relativa é adoração falsa:


  • SENTINELA 1° DE JULHO DE 1971:


"A adoração aparantemente dirigida ao Filho , é na realidade dirigida por meio dele a Jeová Deus."

  • O LÍVRO :CERTIFICAI-VOS DE TODAS AS COISAS,PÁGINA 182:
"Não é permitido a adoração relativa,é contrário ao princípio cristão ."

Outra vez Pergunto : Se hoje é idolatria adorar a Jesus,que fazer com as Testemunhas que morreram adorando a Jesus antes de 1954 ?Quem morre na idolatria tem a vida eterna ?E se eles morreram salvas.o que fazer com as Testemunhas que hoje recusam adorar a Jesus ?

Bibliografia consultada : 

Comentário exegético e explicativo Vol I - Esequias Soares da Silva

Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs-Edições 1967 e 1984
O livro"Certificai-vos de Todas as Coisas"
Revista Centinela -Edição julho/1989 (INGLÊS)
Revista Centinela -Edição Janeiro/1954
Revista Centinela -Edição julho/1971
O livro"Certificai-vos de Todas as Coisas-1°Edição 1960"                                                                    

sábado, 4 de outubro de 2014

PAGANIZAÇÃO DA IGREJA ROMANA





Note a seguir o processo da gradual paganização da Igreja Católica Romana, desde que ela começou a abandonar a simplici­dade do Evangelho de Cristo, até os nossos dias:














Século
Ano
Dogma ou Cerimônia
I-II
33-196
Nesse período da História, a Igreja não aceitou ne­nhuma doutrina anti-bíblica.
II
197
Zeferino, bispo de Roma, começa um movimento herético contra a divindade de Cristo.
III
217
Calixto se torna bispo de Roma, pondo-se à frente da propaganda herética e levando a Igreja de Roma para mais longe do caminho de Cristo.
III
270
Origem da vida monástica no Egito, por Santo Antônio.
IV
370
Culto dos santos professado por Basílio de Cesaréia e Gregório de Nazianzo. Primeiros indícios do turíbulo (incensário), paramentos e altares nas igre­jas, usos esses introduzidos pela influência dos pagãos convertidos.
IV
400
Orações pelos mortos e sinal da cruz feito no ar.
V
431
Maria é proclamada a "Mãe de Deus".
VI
593
O dogma do Purgatório começa a ser ensinado.
VI
600
O latim passa a ser usado como língua oficial nas VI                            celebrações litúrgicas.
VII
609
Começo histórico do papado.
VIII
758
A confissão auricular é introduzida na igreja por re­ligiosos do Oriente.
VIII
789
Início do culto das imagens e das relíquias.
IX
819
A festa da Assunção de Maria é observada pela pri­meira vez.
IX
880
Canonização dos santos.
X
998
Estabelecimento do Dia de Finados.
X
998
Quaresma.
X
1000
Cânon da Missa.
XI
1074
Proíbe-se o casamento para os sacerdotes.
XI
1075
Os sacerdotes casados devem divorciar-se, compulsoriamente, cada um de sua esposa.
XI
1095
Indulgências plenárias.
XI
1100
Introduzem-se na igreja o pagamento da missa e o culto aos anjos.
XI
1115
A confissão é transformada em artigo de fé.
XII
1025
Entre os cônegos de Lião aparecem as primeiras idéi­as da Imaculada Conceição de Maria.
XII
1160
Estabelecidos os 7 sacramentos.
XII
1186
O Concilio de Verona estabelece a "Santa Inquisição".
XII
1190
Estabelecida a venda de indulgências.
XII
1200
Uso do rosário por São Domingos, chefe da inquisição.
XII
1215
A transubstanciação é transformada em artigo de fé.
XIII
1220
Adoração à hóstia.
XIII
1226
Introduz-se a elevação da hóstia.
XIII
1229
Proíbe-se aos leigos a leitura da Bíblia.
XIII
1264
Festa do Sagrado Coração.
XIII
1303
A Igreja Católica Apostólica Romana é proclamada como sendo a única verdadeira, e somente nela o homem pode encontrar a salvação...
XIV
1311
Procissão do Santíssimo Sacramento e a oração da Ave-Maria.
XIV


XV
1414
Definição da comunhão com um só elemento, a hós­tia. O uso do cálice fica restrito ao sacerdote.
XV
1439
Os 7 sacramentos e o dogma do Purgatório são trans­formados em artigos de fé.
XVI
1546
Conferida à Tradição autoridade igual a da Bíblia.
XVI
1562
Declara-se que a missa é oferta propiciatória e con­firma-se o culto aos santos.
XVI
1573
É estabelecida a canonicidade dos livros apócrifos.
XIX
1854
Definição do dogma da Imaculada Conceição de Maria.
XIX
1864
Declaração da autoridade temporal do papa.
XIX
1870
Declaração da infalibilidade papal.
XX
1950
A assunção de Maria é transformada em artigo de fé.


BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:SEITAS E HERESIAS( DE RAIMUNDO DE OLIVEIRA)

EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014


EBD - CPAD - 4º Trimestre de 2014 

 Integridade Moral e Espiritual - O Legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje

                       
Elienai Cabral
O autor é Ministro do Evangelho, pastor da Igreja Assembleia de Deus de Sobradinho - DF, conferencista, escreveu vários livros, comentarista das revistas de Escola Dominical - Lições Bíblicas da CPAD, membro da Academia Evangélica de Letras e da Casa de Letras Emílio Conde.Integridade Moral e Espiritual,este é o tema escolhido para ser abordado no quarto trimestre de 2014 pela revista de escola dominical (CPAD), com comentários de Elienai Cabral.

 4º Trimestre de 2014    Sumário :

                                 Lição 1: Daniel, Nosso “Contemporâneo”
Lição 2: A Firmeza do Caráter Moral e Espiritual de Daniel
Lição 3: O Deus que Intervém na História
Lição 4: A Providência Divina na Fidelidade Humana
Lição 5: Deus Abomina a Soberba
Lição 6: A Queda do Império Babilônico
Lição 7: Integridade em Tempos de Crise
Lição 8: Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias
Lição 9: O Prenúncio do Tempo do Fim
Lição 10: As Setenta Semanas
Lição 11: O Homem Vestido de Linho

                                        Lição 12: Um Tipo do Futuro Anticristo
                                        Lição 13: O Tempo  da Profecia de Daniel

RUA AZUZA,N° 312




RUA AZUZA,N° 312


Los Angeles

          Em 1905, William J. Seymour, 43 anos, filho de ex-escravos, foi um estudante do notório pregador pentecostal Charles Parham e pastor interino de uma pequena igreja de santidade em Houston, Texas. Neely Terry, uma mulher afro-americana que participou de uma pequena igreja liderada por Julia Hutchins em Los Angeles, fez uma viagem para visitar alguns familiares em Houston ao final de 1905. Estando em Houston, ela visitou a igreja de Seymour, onde ele pregou que a evidência do batismo no Espírito Santo era o falar em línguas, embora ele mesmo não houvesse experimentado essa experiência,jerry ficou impressionada com o seu caráter e mensagem. De volta em sua casa na Califórnia, Terry sugeriu que Seymour fosse convidado para falar na igreja local Seymour recebeu e aceitou o convite em fevereiro de 1906, ele recebeu ajuda financeira e a bênção de Parham por sua visita prevista em um mês.
              Seymour chegou a Los Angeles em 22 de fevereiro de 1906, e por dois dias pregou na igreja de Julia Hutchins na esquina da rua Nona com avenida Santa fé. Durante seu primeiro sermão, ele pregou que falar em línguas era a evidência bíblica do no batismo no Espírito Santo No domingo seguinte, 4 de março, ele voltou a igreja e soube que Hutchins fechara a porta com um cadeado Os anciãos da igreja não aceitaram o ensinamento de Seymour, principalmente porque ele não havia experimentado nenhuma bênção de que estava pregando. A condenação de sua mensagem também veio da Associação da Igreja de Santidade do Sul da Califórnia, com a qual a igreja estava fialiada. Entretanto, nem todos os membros da igreja de Hutchins rejeitaram o ensinamento de Seymour. Ele foi convidado para se hospedar na casa de um membro da congregação, Edward S. Lee, e ali ele começou a fazer estudos bíblicos e reuniões de oração.
Rua Bonnie Brae Norte

                 Seymour e o seu pequeno grupo de novos seguidores se mudaram para a casa de Richard e Ruth Asberry, na rua Bonnie Brae Norte 214. Famílias brancas das igrejas de santidade locais também começaram a participar. O grupo se reunia periodicamente e orava pelo batismo no Espírito Santo. Em 9 de abril de 1906, depois de cinco semanas de pregação e de oração de Seymour, ao terceiro dia de um jejum de 10 diasEdward S. Lee falou em línguas pela primeira vez. Em outra reunião, Seymour compartilhou o testemunho de Lee e pregou um sermão em Atos 2:4-4 e também outras seis pessoas começaram a falar em línguas, incluindo Jennie Moore, que mais tarde se tornaria a esposa de SeymourAlguns dias depois, em 12 de abril, Seymour falou em línguas pela primeira vez, depois de orar toda a noite.

                 Notícias dos acontecimentos na rua Bonnie Brae Norte rapidamente circularam entre os afroamericanos, latinos e brancos residentes da cidade, e durante várias noites, muitos oradores pregariam para a multidão de curiosos e espectadores interessados da varanda da casa dos Asberry. Membros do público incluíam pessoas de um amplo aspecto de níveis de renda e formação religiosa. Hutchins acabou falando em línguas quando toda a sua congregação começou a frequentar as reuniões. Logo a multidão se tornou muito grande e todos estavam falando em línguas, gritando, cantando e gemendo. Finalmente, a varanda caiu, forçando o grupo a buscar um novo lugar de reunião. Um morador do bairro descreveu os acontecimentos na Bonnie Brae Norte 214 com as seguintes palavras:
Eles gritaram três dias e três noite. Era época da Páscoa. As pessoas vinham de todas partes. Na manhã seguinte não havia de chegar perto da casa. Assim que as pessoas entravam elas caíam sob o poder de Deus, e a cidade inteira se comoveu. Gritaram tanto que a base da casa cedeu, mas ninguém ficou ferido.