Pesquisar

terça-feira, 11 de novembro de 2014

A SEITA DO NÚMERO 666




A SEITA DO NÚMERO 666

Assista no link: http://www.youtube.com/watch?v=RQHQ2eortnk

TODO HOMEM É PECADOR POR NATUREZA!

Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua palavra não está em nós. 
1 João 1:10

Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. 
1 João 1:8
Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. 
1 João 1:7
Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu. 
1 João 3:6

Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. 
Romanos 6:23
Nesse caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. 
Romanos 7:17

Visto que continuavam a interrogá-lo, ele se levantou e lhes disse: "Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra nela". 
João 8:7

Do pecado, porque os homens não creem em mim; 
João 16:9

Aquele que pratica o pecado é do Diabo, porque o Diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo. 
1 João 3:8





OS FALSOS CRISTOS QUE APARECERÃO NOS ÚLTIMOS DIAS DA IGREJA NA FACE DA TERRA 


Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos.
Mateus 24:24
Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão sinais e maravilhas para, se possível, enganar os eleitos.
Marcos 13:22
Filhinhos, esta é a última hora e, assim como vocês ouviram que o anticristo está vindo, já agora muitos anticristos têm surgido. Por isso sabemos que esta é a última hora.
1 João 2:18
Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho.
1 João 2:22
mas todo espírito que não confessa Jesus não procede de Deus. Esse é o espírito do anticristo, acerca do qual vocês ouviram que está vindo, e agora já está no mundo.
1 João 4:3
De fato, muitos enganadores têm saído pelo mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em corpo. Tal é o enganador e o anticristo.
2 João 1:7
"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. 
No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. 
2 Pedro 2:1

Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. 
1 João 4:1

SOBRE O NÚMERO 666
De acordo com o último livro da Bíblia, o número 666 é o nome da fera, ou besta, de sete cabeças e dez chifres que sai do mar. (Apocalípse13.1,17,18) Essa fera é um símbolo do sistema político mundial que governa sobre “toda tribo, e povo, e língua, e nação”. (Apocalípse13.7) O nome 666 indica que, do ponto de vista de Deus, esse sistema político é um grande fracasso. Como assim?
Não é um simples número. Os nomes que Deus dá sempre têm um significado. Por exemplo, quando prometeu que faria de Abrão pai de uma multidão de nações, Deus mudou o nome desse servo, que significa “Pai É Enaltecido (Exaltado)”, para Abraão, que quer dizer “Pai de uma Multidão”. (Gênesis17.5, nota) Do mesmo modo, Deus deu à fera o nome de 666 para representar suas características predominantes.
O número seis(6) significa imperfeição. A Bíblia muitas vezes usa o número como símbolo . Sete quase sempre representa algo completo. Como o seis é um a menos que sete, pode ser usado para se referir a algo incompleto ou defeituoso, e às vezes pode estar relacionado aos inimigos de Deus. — ICrônicas20.6;Daniel 3.1.
Três significa ênfase. Quando deseja enfatizar algum ponto, a Bíblia às vezes o repete três vezes. (Apocalípse4.8;8.13) Assim, o nome 666 não deixa dúvidas de como Deus encara os sistemas políticos humanos: grandes fracassos. Eles falharam em trazer aquilo que só o Reino de Deus conseguirá — paz e segurança eternas.

A marca da fera (666)

A Bíblia diz que pessoas seguem a fera “com admiração”, chegando a ponto de adorá-la. Por isso, recebem “a marca da fera”. (Apocalípse13.3,4;16.2) Elas fazem isso por prestarem adoração ao seu país, aos seus símbolos ou a sua força militar. Como a obra The Encyclopedia of Religion (Enciclopédia da Religião) declara: “O nacionalismo tem se tornado uma forma dominante de religião no mundo moderno.”

                     Como a marca da fera é colocada na mão direita ou na testa de alguém? (Apocalípse13.16) Ao dar seus mandamentos à nação de Israel, Deus disse: ‘Tendes de atá-los como sinal sobre a vossa mão, e eles têm de servir de frontal entre os vossos olhos.’ (Deuteronômio11.18) Isso não queria dizer que os israelitas deveriam literalmente amarrar as leis nas mãos ou na cabeça. Na realidade, significava que as palavras de Deus deveriam guiar todas as ações e pensamentos deles. Do mesmo modo, a marca da fera não é uma tatuagem literal com o número 666, mas é apenas uma maneira de se referir àqueles que querem ser liderados pelo sistema político. Os que possuem a marca da fera se colocam como inimigos de Deus. — Apocalípse 14.9,10;19.19-21.













http://www.youtube.com/watch?v=QQu6bQnNbIY

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Se você é um Ministro Autêntico do Evangelho, então compartilhe !





Se você é um Ministro Autêntico do Evangelho, então compartilhe !



 
Vejamos, então, as características dos ministros do autêntico evangelho.


I) Sua autoridade não repousa em ações externas extraordinárias, mas no poder de Deus agindo em sua fraqueza.
         É isto que Paulo diz, por exemplo, em 6.4-5:“Pelo contrário, em tudo recomendando-nos a nós mesmos como ministros de Deus: na muita paciência, nas aflições, nas privações, nas angústias, nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns,.Embora tivesse as credenciais do apostolado (12.12), não era nessas manifestações extraordinárias que o apóstolo se gloriava, mas no poder de Deus agindo em sua fraqueza. Ele deixa isto claro antes de mencionar as credenciais do apostolado, quando diz, nos versículos anteriores do mesmo capítulo: “Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de CristoPelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (12.9-10). E, novamente, em outro lugar: “Porque, de fato, foi crucificado em fraqueza; contudo, vive pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos, com ele, para vós outros pelo poder de Deus (13.4). Assim são os ministros do autêntico evangelho. Mesmo quando, pela providência especial de Deus, experimentam as intervenções extraordinárias do Senhor em seu ministério, eles não se utilizam disso como argumento de autoridade ou instrumento de domínio. Pois sabem que são nada mais do que vasos de barro levando os tesouros da graça (4.5-12). A atuação ministerial dos ministros do autêntico evangelho repousa sobre a teologia da cruz e não sobre a teologia do milagre.
II) Eles não são senhores, mas escravos do rebanho por amor de Jesus Cristo.
  Eles podem afirmar com Paulo: Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus”(4.5). Enquanto os “superapóstolos” se aproveitam de sua posição para escravizar, devorar, capturar, exaltar-se sobre seus seguidores e esbofetear-lhes o rosto, os ministros do autêntico evangelho querem se gastar em prol da alma do rebanho de Deus (12.15). Estes conhecem e seguem o ensino e exemplo de seu Senhor e Mestre: “...Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa?Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve (Lc 22:25-27). Por se saberem servos, mesmo entristecidos, os ministros do autêntico evangelho estão sempre alegres; mesmo pobres, eles enriquecem a muitos; mesmo nada tendo, eles possuem tudo (2 Co 6.10).

III) Eles não medem o sucesso pelos resultados, mas pela fidelidade a Deus e à sua palavra.
Os ministros do autêntico evangelho têm consciência da dupla função do evangelho, que é tanto de juízo – “cheiro de morte para morte” – como de salvação –“aroma de vida para vida” (2.16). Por conseguinte, eles não precisam adulterar as Escrituras para encaixar-se às expectativas dos ouvintes. Além disso, eles sabem que quando pregam a palavra, estão diante de Deus e de Cristo (2.17) a quem terão de prestar contas, como lembra Paulo em outro lugar: “...importa que todos nóscompareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (5.10).

IV)      As verdadeiras marcas do seu ministério não são os feitos extraordinários, mas a transformação do caráter dos fiéis e o compartilhamento dos sofrimentos de Cristo.
A vida transformada dos cristãos é a carta de recomendação do verdadeiro ministro de Cristo, como ressalta Paulo: “Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens, estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações”(3.2-3). Além das vidas transformadas, os sofrimentos peculiares ao ministério são marcas que identificam os ministros do autêntico evangelho com seu Senhor: “levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal” (4.11-12 – ver também 11.23-28). Ao fazer tais observações Paulo não queria dizer que não tivesse recomendações (3.2-3), conhecimento (11.6) ou autoridade (11.20-21; 13.10). Nem que não havia recebido visões e revelações do Senhor (12.1ss); tampouco queria o apóstolo dizer que não havia realizado os sinais próprios do apostolado (12.11-13). Mas, em última instância, sua autenticidade não repousava nessas coisas, mas na sua identificação com Cristo crucificado e na transformação daqueles que vieram a crer por intermédio do seu ministério. Isto é um modelo para os ministros do autêntico evangelho.

V)      Eles não se importam com a popularidade, porque sabem estar vivendo sob o auditório de Um Só.
Tomo aqui emprestada a expressão de Os Guiness, quando ele acertadamente observa: “a maioria de nós, quer estejamos ou não cônscios disso, fazemos as coisas com o olho na aprovação de algum auditório. A questão não é se temos um auditório, mas qual o auditório, qual o ouvinte, que temos... Uma vida vivida ouvindo o chamado decisivo de Deus é uma vida vivida perante um auditório que está acima de todos os demais: o auditório de Um só.” Os ministros do autêntico evangelho têm consciência dessa verdade. Por isso, eles rejeitam as coisas vergonhosas que os “superapóstolos” fazem em oculto e tremem diante da idéia de adulterar a palavra de Deus (4.2). Além disso, vivendo pela fé e não pelo que vêem, eles não almejam a glória espetacular e temporária dos homens, que seca como a erva e murcha como a flor, mas esperam a glória invisível e permanente de Deus, pois sabem que as coisas que se vêem são temporais, mas as que se vêem são eternas (4.16-18).

O povo de Deus precisa aprender a distinguir os superapóstolos dos ministros do autêntico evangelho. Isto para que não sejam “levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Ef 4.14) e para que, reconhecendo os ministros do autêntico evangelho, aprendam a honrar seu ministério e seguir seu modelo de vida. Pois, assim nos recomenda a Escritura: “Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus”. Soli Deo gloria!



crpíres 

PREGADORES TRIUNFALISTAS




PREGADORES TRIUNFALISTAS


Como identificar um animador de auditório?
Abaixo estão algumas características nada virtuosas desses pregoeiros do triunfalismo utópico.

 Os PREGADORES TRIUNFALISTAS AMAM A POPULARIDADE. 
         Ter nomes em camisetas, em placas de denominações, ser cogitado por várias igrejas e ter agenda impossível de ser cumprida, eis o sonho de todo animador de auditório. Querem popularidade, fama, glória! Para isso foi chamado o pregador do evangelho? Esse deve ser o objetivo daqueles que dizem seguir o humilde Nazareno? Fama e muitos seguidores é sinal de aprovação divina? É claro que não!
Alguém logo argumenta:- Ora, Jesus foi um homem popular em sua época! Mas é bom lembrar que Jesus não buscava popularidade, ele buscava almas! Jesus, mediante muitos de seus milagres dizia ao beneficiado que não contasse nada a ninguém. Quem foi o único homem digno de glória senão Jesus, mas ele “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fp 2.7). Quis o manso Filho do Homem nos dar o exemplo!
Apesar da grande popularidade de Cristo, nos seus momentos de explosão de milagres, ele amargou o desprezo dos amigos e discípulos durante o caminho do Gólgota. Como bem havia profetizado o profeta messiânico: “Era desprezado e o mais indigno entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum” (Is 53.3).
 OS PREGADORES TRIUNFALISTAS SÃO USUÁRIOS DO MARKENTING PESSOAl.

          Quem nunca presenciou cartazes em igrejas em que estava escrito: “Pregador Fulano de Tal, Conferencista, em suas reuniões acontece batismos no Espírito Santo, curas divina, libertações, bênçãos, mas tudo pelo poder de Deus”! Seria cômico se não fosse trágico, pois usa de uma falsa modéstia para falar que todas essas bênçãos, promotoras do seu marketing pessoal, que acontecem simplesmente pelo poder de Deus. É claro que um cartaz bem elaborado como esse, serve para fazer promoção de alguém que quer evidência. Podemos fazer propaganda de milagres? Tornar o poder de Deus algo sujeito a nossa manipulação? Determinar o dia em que um milagre vai acontecer? Isso é o dom da fé ou o mercantilismo da fé?
        O animador de auditório fala muito de si mesmo, diz ele: “Eu fiz isso, eu fiz aquilo; no meu ministério acontece isso, acontece aquilo; aqui eu faço e acontece”. Sempre há muita arrogância e busca de autopromoção. Esse animador é sempre o grande ungido que não pode ser contestado.



 OS PREGADORES TRINFALISTAS DESPREZAM A PREGAÇÃO EXPOSITIVA. 
O QUE É UMA MENSAGEM EXPOSITIVA?

     É pregar sobre uma passagem bíblica de maneira profunda, bem estudada e pesquisada, além de levar os ouvintes a reflexão. Eis algo que os animadores de auditório abominam! Dizem logo que não precisam de esboços, pois o Espírito Santo revela. Ora, o Espírito Santo é limitado em expressar a sua vontade por meio de um esboço? O que esses animadores não querem admitir é que a pregação expositiva impede o seus teatrinhos, pois a centralidade é em torno da Palavra. Além disso, um sermão expositivo exige tempo e bom preparo, algo descabido na era dos descartáveis e das comidas-rápidas. Bem cantou o salmista: “A exposição das tuas palavras dá luz e dá entendimento aos símplices” (Sl 119.130).

OS PREGADORES TRIUNFALISTAS DESPREZAM O ESTUDO DA PALAVRA.

Como pode alguém dizer que foi chamado para o ministério pastoral se não tem apreço para o ensino. Pastor não foi chamado para cantar, construir templos, fazer campanhas sociais, tudo isso é bom, mas a principal missão do pastor é ensinar o seu rebanho. Já dizia o apóstolo Paulo ao jovem pastor Timóteo: “seja apto para ensinar” (I Tm 3.2). O ensino exige aprendizado. Aquele que ensina deve-se dedicar ao ensino (Rm 12.7).
 Escreveu o professor James I. Packer:
Despreze o estudo de Deus e você estará sentenciando a si mesmo a passar a vida aos tropeções, como um cego, como se não tivesse nenhum senso de direção e não entendesse aquilo que o rodeia. Deste modo poderá desperdiçar sua vida e perder a alma. [1]
Os animadores de auditório não suportam sermões de conteúdo, pois eles querem é entretenimento. São como crianças que deveria ficar na escola, mas pulam o muro para jogar bola. O pregador não pode fugir da responsabilidade de trazer conteúdo bíblico aos seus ouvintes, como disse Paulo: “Pregues a Palavra, instes a tempo e fora de tempo. Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (II Tm 4.2, 15).


 Os TRIUNFALISTAS DESPREZAM AS MENSAGENS CRISTOCÊNTRICAS COMO TEMAS RELEVANTES DE SUAS HOMILIAS.

Você já foi em um grande congresso, onde esses animadores de auditório comparecem, cujo tema era “O fruto do Espírito” ou “A Santíssima Trindade”? Mas certamente você já foi em eventos que os verbos mais conjugados foram: receber, vencer, poder, ganhar, conquistar, sonhar, triunfar etc.?! Infelizmente os temas essenciais da Bíblia são desprezados nos púlpitos. Onde estão aquelas pregações sobre o “caráter cristão”, “a graça de Deus”, “o céu e inferno”, “a justificação pela fé”, “a mortificação da carne”, “o preparo para um encontro com Deus” etc.? Logos os animadores dizem: “Isso é tema para Escola Dominical”, mas eles nunca vão a Escola Bíblica Dominical! E quem disse que pregação não deve conter os temas essenciais da fé cristã?
Para pregar os temas relevantes da fé cristã é preciso manejar bem a Palavra da Verdade e ser como Apolo, “varão eloquente e poderoso nas Escrituras” (Atos 18.24). Mas não basta somente boa oratória, eloquência e experiência em homilias, é necessário acima de tudo dominar as Escrituras, ser “instruído no caminho do Senhor” e ser “fervoroso de espírito”, sendo assim, o pregador vai falar e ensinar com diligência “as coisas do Senhor” (Atos 18.25), assim como Apolo.
John Stott escreveu:
O arauto cristão sabe que está tratando de assunto de vida ou morte. Anuncia a situação do pecador sob os olhos de Deus, e a ação salvadora de Deus, através da morte e ressurreição de Cristo, e o convida ao arrependimento e à fé. Como poderia tratar tais temas com fria indiferença?[2]
A partir do momento em que os pregadores esquecem o tema principal do evangelho, eles desprezam o próprio Senhor da Palavra. Quando desprezam o verdadeiro Deus passam a adorar o falso deus da teologia da prosperidade: Mamon! Isso acontece quando as doutrinas centrais do cristianismo são desprezadas.
 Os TRIUNFALISTAS SÃO MANIPULADORES DE EMOCÕES.

O QUE É EMOCIONALISMO?
O emocionalismo é ser guiado e orientado pelas emoções.
 A emoção é parte importante do culto cristão, pois nós, os seres humanos, somos emocionais e também racionais; o grande problema é que os animadores valorizam excessivamente a emoção em detrimento da razão. Os animadores chegam a afirmar que as pessoas não precisam compreender aquilo que acontece em suas reuniões ou dizem para que os cultuantes não usem a mente. Outros, mais ousados, ameaçam sua plateia dizendo que Deus condena os incrédulos, com se ter senso crítico fosse incredulidade. A Bíblia adverte contra a credulidade cega, que não analisa e vê, baseado nas Escrituras, aquilo que está engolindo (I Jo 4.1). Os animadores de auditório não gostam de uma plateia que pense!




OS TRINFALISTAS PREGAM UM deus MERCANTILISTA.
Para os animadores, Deus é obrigado a agradar os seus bons meninos dizimistas e ofertantes. A base do relacionamento com Deus é na troca: “Eu vou dar o dízimo para Deus me dar uma casa ou vou fazer uma grande oferta para arranjar uma linda noiva”. Ora, vejam com Deus é visto nos pensamento dos animadores, como um grande comerciante, melhor inclusive que aplicação na bolsa de valores.
Quão miserável é essa espiritualidade mercantilista, onde o dinheiro é visto com mediador entre o homem e Deus; onde a “divindade” faz trocas com homens materialistas. Ó quão miserável e podre doutrina dos animadores de auditório! Mas quão maravilhosa é a visão bíblica do Altíssimo, um Deus de amor que nos transmite graça sendo nos ainda pecadores, e que nos livra do pecado e da morte e nos dá uma nova vida em Cristo! Deus requer adoração por meio da oferta e dízimos.
 OS PREGADORES TRIUNFALISTAS AMAM TÍTULOS

Apesar do horror pelo estudo bíblico, os animadores gostam do título de Doutor em Divindades, que pode ser comprado por dois mil dólares em falsas faculdades nos Estados Unidos e no Brasil, mas só que na América de cima é mais chique! Ora, como alguém se torna doutor em apenas seis meses, eis um rolo gospel do diploma?
Isso mostra que os animadores não estão preocupados com um estudo aprofundado das Escrituras ou até mesmo na trilha de uma carreira acadêmica, o que eles amam na verdade são os títulos. Hoje proliferam os auto proclamados bispos, profetas, apóstolos, arcanjos e daqui a pouco: semideus ou vice deus. Mas é melhor não dar ideia.
Conclusão: Que possamos trilhar pelo caminho bíblico de um pregador do evangelho. Onde o amor a Deus e ao próximo está em primeiro lugar, onde a Palavra de Deus tem prioridade e o desejo é glorificar o nome do Senhor e não a si próprio.

Referências Bibliográficas:

1- PACKER, James I. O Conhecimento de Deus. 2 ed. São Paulo: Mundo Cristão, p. 13.

2- STOTT, John. Tu Porém: A mensagem de 2 Timóteo. 1 ed. São Paulo: ABU Editora. 1982, p 57.